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Dia do Nutricionista: pela valorização do profissional!

Por Ada Bento, Camila Araújo, Camila Leão e Mariane Bandeira.

Cada vez mais as pessoas se preocupam com a saúde e entendem que a alimentação é um fator chave para isso.

Talvez por isso, o curso de nutrição venha crescendo e se tornando tão popular entre os jovens que estão decidindo que profissão vão exercer.

Porém, ao mesmo tempo que mais profissionais chegam no mercado, um número de igual ou maior tamanho de pessoas leigas falam publicamente sobre alimentação e nutrição.

Não que isso seja errado. A troca de informações é super válida e com certeza acrescenta conhecimento. Mas a partir do momento que essas pessoas falam sobre nutrição como se fossem nutricionistas, aí sim, temos um problema.

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Um nutricionista estuda durante um mínimo de 4 anos, sobre diversos aspectos (sociais, individuais, hereditários, patológicos, entre muitos outros) que podem influenciar no tipo de alimentação que cada indivíduo deve adotar. O ato de comer, estar bem nutrido e ao mesmo tempo feliz e satisfeito com sua alimentação, é muito mais complexo do que alguns posts no instagram ou uma reportagem no Fantástico podem transparecer.

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CUIDADO! O que funciona para as bloqueiras, não necessariamente funciona para você! Não é porque o Globo Repórter mostrou o novo alimento da moda, que ele é esse milagre todo e fará bem para você!

Neste caso, vale a expressão “conheça-te a ti mesmo”, como dizia Sócrates. Aprenda a ouvir o que o seu corpo está falando. E conte com ajuda profissional para auxiliar nesse descobrimento sobre o seu corpo, seu metabolismo, seu biotipo, sua saúde, enfim, sobre você mesmo.

Por isso, em comemoração ao Dia do Nutricionista, fizemos este post para conscientizar a todos sobre a importância dessa profissão. Troque informações, vá em busca de conhecimento e de experiências de terceiros, isso com certeza irá te acrescentar muito. Entretanto, lembre-se que o profissional nutricionista é a pessoa mais indicada para cuidar da sua alimentação e consequentemente da saúde.

E viva os nutricionistas!

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Parabéns, Nutricionista!

Nesta data especial, mais do que nunca, desejamos que todos os nutricionistas sejam muito felizes e realizados em sua profissão, buscando cada vez mais aprimorar seus conhecimentos e aplicá-los nas diversas áreas em que atua, sempre buscando um objetivo principal: Levar qualidade de vida e saúde para todos através da Nutrição!

Esperamos que todas as publicações e homenagens ao longo do mês de agosto tenham contribuído para mostrar a importância da atuação do nutricionista, além de conscientizar o público sobre a importância de buscar informações de qualidade quando se trata de saúde e alimentação.

Desejamos os Parabéns a todos os Nutricionistas e também àqueles que ainda estão estudando a Ciência da Nutrição, trilhando seu caminho para chegar lá! Feliz dia do Nutricionista!

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McDia Infeliz

Por Camila Araújo e Camila Leão.

Desde 1949 quando foi criada a primeira Associação Brasileira de Nutricionistas no dia 31 de agosto, é comemorado o dia do nutricionista. Neste ano de 2013, nessa mesma data, coincidentemente irá ocorrer o McDia Feliz, ação promovida pela rede de Fast Food McDonald’s.

Aqui em Brasília, está sendo organizado o “Ato em Comemoração ao Dia do Nutricionista e Por uma Vida Menos Fast-Food“, que propõe conscientizar a população sobre os efeitos que podem ser causados pelo consumo de alimentos tipo Fast Food. Entre as estratégias utilizadas estão a distribuição de panfletos, o bazar anti-câncer (que contará com café da manhã  e almoço saudável, venda de produtos naturais), exibição de dois vídeos relacionados ao tema e encenação artística sobre “O Julgamento do Ronald McDonald”.

Ao divulgar essas informações nas redes sociais, recebemos alguns comentários de leitores a favor da campanha. Respeitamos o ponto de vista de cada um, mas ressaltamos que o intuito do PropagaNUT em divulgar esse ato e levantar a crítica contra o McDia Feliz, foi levar as pessoas a pensar e questionar se uma empresa que vende produtos que estão relacionados com o aumento dos riscos de desenvolvimento de câncer, deveria promover uma campanha em prol de crianças e adolescentes com a doença (será que o McDonald’s não contribuiu de alguma forma, para que uma criança tenha câncer atualmente?).
Além disso devemos repensar se essa é uma estratégia realmente assistencial ou se, assim como em outros casos já mostrados no PropagaNUT ( veja mais aqui e aqui), a empresa está apenas fazendo um marketing disfarçado, sem assumir que tem boa parte da culpa pelo real problema de saúde pública atualmente – não só o câncer, mas também obesidade, diabetes, hipertensão entre outros.
Para quem ainda acha que esses alimentos não fazem tão mal assim, vale a pena conferir a vídeo aula do Nutricionista e Professor Henrique Freire, que discute alguns aspectos importantes sobre esse tema.

Clique na imagem para ser direcionado à página do vídeo.

Acreditamos que  quanto mais informação as pessoas têm, melhor é o seu julgamento sobre determinado assunto e, portanto, esse vídeo torna-se fundamental para embasar discussões a respeito dos efeitos e das reais intenções do McDia Feliz.

O que é o McDia Feliz (segundo o Mc Donald’s):

Coordenado pelo Instituto Ronald McDonald, o McDia Feliz é o principal evento comunitário brasileiro e se tornou a maior e mais reconhecida campanha do país pela cura do câncer infantojuvenil, com a participação de milhares de voluntários, instituições de atendimento a crianças e adolescentes com câncer e de todo o Sistema McDonald’s – Funcionários, Franqueados e Fornecedores.

O evento garante o dia de maior movimento em mais de 600 restaurantes McDonald’s, contando com uma mobilização de mais de 30 mil voluntários. Ao longo de 24 anos de realização da campanha, os recursos obtidos com o McDia Feliz contribuíram para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 15%, no final da década de 80, podendo chegar a 85% atualmente caso diagnosticado nos estágios iniciais.

Fica claro que nesse dia de “celebração” contra o câncer, as redes da lanchonete ficam super lotadas, aumentando bastante o faturamento – pois não é vendido SOMENTE o sanduíche Big Mac; com certeza outros produtos estão sendo comercializados, em especial, a “caixinha feliz” com brinquedo. E quando eles explicam como o Dia Feliz contribuiu para a cura do câncer? Não teria sido o avanço da medicina? Talvez não… Não sem a ajuda do McDonald’s! #ironia

Para aqueles que comem pensando em contribuir para a causa do câncer, existem outras formas de ajudar, não só essas instituições, mas diversas outras; não precisamos que uma “segunda pessoa” repasse a nossa doação, podemos fazer isso diretamente. E também vale ressaltar que quando você mesmo faz a doação, é possível doar mais do que bens materiais! Você pode doar carinho, atenção, uma parte do seu dia para alegrar a vida das pessoas que são ajudadas por essas instituições! E no caso dos que comem porque gostam do lanche: vejam o vídeo, conheçam mais a respeito do que vocês estão comendo e repensem!

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Eu curto ser nutricionista porque… #MêsDoNutricionista

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Elisabetta Recine

“Eu curto ser nutricionista porque… Bem, quando há muitos anos atrás, conclui que o vestibular seria para Nutrição eu estava absolutamente decidida a acabar com a fome no mundo. Devíamos estar passando pelas inúmeras crises alimentares mundiais e havia uma enorme quantidade de reportagens nos jornais e TV sobre esta vergonha (infelizmente) ainda atual, e isto me impressionou e estimulou.

De lá para cá fui atualizando este objetivo de muitas maneiras e hoje me sinto no lugar certo, fazendo o que gosto e sei. Pude participar de momentos marcantes (pelo menos para mim). A elaboração da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o Guia Alimentar para a População Brasileira, a Política e o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, a aprovação da Emenda Constitucional que incluiu a Alimentação com o direito social.  Defendo e batalho pela realização do Direito Humano à Alimentação Adequada. Estou testemunhando a Nutrição virar realidade no SUS, experiências maravilhosas na atenção primária. A Educação Alimentar e Nutricional assumindo seu verdadeiro papel na promoção da alimentação adequada e saudável.

A Universidade permite que eu trabalhe com uma equipe de estudantes e profissionais que se envolvem, comprometem e realizam. Meu sonho se atualiza em um processo de aprendizado colaborativo e permanente. Outro dia terminei uma fala dizendo que não sabia se as minhas utopias faziam sentido para as pessoas mas que elas haviam me levado a fazer e participar de coisas que eu nunca havia previsto e que estava muito feliz!”

Elisabetta Recine – Docente da Universidade de Brasília, coordenadora do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição OPSAN/UnB, conselheira dos Conselhos Distrital e Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Conheça seus projetos:

RedeNutri – ecos-redenutri.bvs.br/

Ideias na Mesa – www.ideiasnamesa.unb.br/

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O que faz um nutricionista da área social? #MêsDoNutricionista

Por Camila Araújo e Camila Leão.

No campo da Nutrição Social, o nutricionista está inserido na discussão e articulação de temas como segurança alimentar e nutricional, direito humano à alimentação adequada, produção e abastecimento de alimentos, saúde pública, ações de promoção da saúde, políticas e programas de alimentação e nutrição, enfim, o nutricionista da área social está inserido em vários âmbitos de atenção à saúde, a fim de promover uma alimentação saudável e de prevenir as doenças relacionadas à alimentação e nutrição.

No âmbito Federal, o profissional atua na base conceitual para a elaboração e implantação de programas e políticas de alimentação e nutrição. Além disso, o profissional exerce um papel fundamental na implementação dos programas norteados pela Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) em âmbitos menores, nos estados e municípios. No Programa Bolsa Alimentação, por exemplo, o nutricionista tem a função de identificar fatores e famílias de maior risco nutricional, monitorar o estado nutricional de gestantes, nutrizes e crianças de 0 a 6 meses, promover educação nutricional voltada para a comunidade e orientação e treinamento das equipes de saúde.

Além disso, o nutricionista pode atuar nas Secretarias da Saúde, Educação e Assistência Social, buscando sempre o desenvolvimento de ações articuladas entre os diferentes setores que compõe a Gestão Pública.

Na Secretaria da Saúde, o nutricionista é responsável por todas as ações da PNAN destacando-se:

  • Atuação em grupos como HiperDia, de gestantes, terapêuticos, de redução de peso, entre outros;
  • Efetuação de atendimentos individuais para casos específicos;
  • Elaboração de campanhas educativas;
  • Efetuação do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), uma condicionalidade do Programa Bolsa Família;
  • Participação no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Na Secretaria da Educação, o nutricionista é responsável pelo Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), cujas ações são:

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  •  Elaborar cardápios com refeições nutritivas e que respeite a diversidade da região;
  • Efetuar o teste de aceitabilidade de um gênero alimentício antes de introduzi-lo no cardápio escolar;
  • Capacitar os funcionários responsáveis pelo preparo da alimentação escolar sobre diversos temas como boas práticas de fabricação;
  • Realizar acompanhamento nutricional dos escolares a fim de verificar seu estado nutricional;
  • Atuar na educação alimentar e nutricional, por meio de palestras, dinâmicas ou debates.

Na Assistência Social, as ações são voltadas à Segurança Alimentar e Nutricional:

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  • Restaurante Popular;
  • Banco de alimentos;
  • Implementação, coordenação e/ou supervisão de cozinhas comunitárias;
  • Distribuição de alimentos para população em situação de emergência;
  • Ações de educação alimentar e nutricional;
  • Programa de Aquisição de Alimentos.

Com a atuação do nutricionista na Gestão Pública, trabalha-se diretamente na prevenção de patologias, reduzindo a quantidade de fármacos utilizados e, consequentemente, o número de internações. Porém, mais do que economia, a prevenção resulta numa melhor qualidade de vida para a população, garantindo seus direitos básicos.

Através das políticas públicas pode-se reduzir os índices de doenças como anemia ferropriva, deficiência de ácido fólico e vitamina A e desnutrição. Além disso, pode-se prevenir o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, como: obesidade, hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM), dislipidemias (colesterol e triglicerídeos), etc.

Na Atenção Básica à saúde – Unidades Básicas de Saúde e Programa Saúde da Família, ou seja, atuando no SUS – o profissional tem o papel de intervir na alimentação e nutrição, visando melhorar a qualidade de vida da população, através de um diagnóstico nutricional e uma intervenção adequados aos hábitos familiares, à cultura, às condições fisiológicas dos grupos e à disponibilidade de alimentos.

Algumas experiências de nutricionistas do SUS são mostradas no vídeo abaixo:

Falando de Direitos – Alimentação e Saúde no SUS

Sinopse:  Márcia e Cida, duas nutricionistas do Sistema único de Saúde (SUS), mostram, em suas rotinas de trabalho, como promover práticas alimentares saudáveis, a prevenção e o controle de problemas causados pela alimentação inadequada. Especialistas observam a atuação desssas profissionais e comentam o elo que existe entre alimentação e promoção da saúde, bem como a importância da Política Nacional de Alimentação e Nutrição como pauta fundamental do SUS.

Assim, o papel do nutricionista na sociedade e no setor saúde não é apenas de detentor do saber científico na área da alimentação e nutrição, mas também de possuir a destreza de o colocar em benefício do outro, e assim contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.

* Trechos do texto retirados da matéria O Nutricionista na Gestão Pública, da Revista do CRN2 e do texto Os Profissionais de Saúde e seu papel no Sistema Único de Saúde.

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Eu curto ser nutricionista porque… #MêsDoNutricionista

 

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Camilla Ceylão

“Eu curto ser Nutricionista porque trabalho com alimentação e acredito que ela tem papel fundamental na vida das pessoas e também na mudança do mundo! Penso na alimentação como o centro de nossas vidas, como a representação do vínculo entre as pessoas e dessas com a natureza. Acho que a alimentação é importante demais para ser reduzida a números ou a “certos e errados”. Quando todos perceberem essa importância não aceitaremos mais que nos enfiem goela abaixo agrotóxicos, aditivos químicos, organismos geneticamente modificados, propagandas enganosas, pessoas sofrendo de fome e outros absurdos do tipo. E quando isso acontecer, será sinal de que o mundo mudou para melhor e de que nós, Nutricionistas, contribuímos para isso!”

Camilla Ceylão – Nutricionista (UnB), membro do Núcleo de Segurança Alimentar e Nutricional do Centro-Oeste (NUSAN/CO).

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O que um nutricionista faz na área de produção de refeições? #MêsDoNutricionista

Por Camila Araújo e Camila Leão.

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O Nutricionista da área de produção é aquele que atua em Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), as quais podem ser definidas como: empresas fornecedoras de serviços de alimentação coletiva, serviços de alimentação auto-gestão, restaurantes, lanchonetes, padarias, serviços de buffet e de alimentos congelados, hotelaria, cozinhas dos estabelecimentos assistenciais de saúde, além da Alimentação Escolar e da Alimentação do Trabalhador.

Nesses locais, o nutricionista é responsável por: elaborar lista de compras; planejar o cardápio; supervisionar a produção de refeições, bem como a adequação das instalações físicas; realizar treinamentos com os funcionários; implantar Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs), Manual de Boas Práticas e métodos de controle de qualidade de alimentos; implantar, coordenar e supervisionar as atividades de higienização da UAN; promover programas de educação alimentar e nutricional para clientes; entre diversas outras atividades (na Resolução CFN n° 380/2005 você pode encontrar mais detalhes).

Alguns “instrumentos” importantes para todo estabelecimento que produz refeições são os POPs e o Manual de Boas Práticas de Fabricação. Esses documentos são específicos para cada local, já que cada um tem as suas características e particularidades, de forma que o nutricionista é quem realiza o “diagnóstico” e a implantação desses instrumentos para que sejam seguidos na Unidade e garantam uma produção adequada.

O Manual de Boas Práticas de Fabricação descreve quais atividades a pessoa física ou jurídica, responsável por um estabelecimento deve realizar. A abrangência dos assuntos tratados no Manual é grande e incluiu por exemplo, a higienização (e manutenção) das instalações, dos equipamentos e dos utensílios; o controle de qualidade da água; o controle integrado de pragas urbanas; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; além do controle e garantia de um produto final de qualidade.

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Exemplo de um POP para lavagem das mãos dos manipuladores.

Já os POPs consistem na descrição detalhada de atividades rotineiras. Esse instrumento (assim como o próprio nome diz) visa padronizar essas atividades, facilitando o controle de qualidade dos produtos. O POPs em uma UAN são utilizados desde o armazenamento, produção até o transporte dos alimentos. É importante que as informações sejam bem detalhadas, por exemplo, no caso da higienização de um utensílio, discriminando qual o produto que deve ser aplicado, se ele precisa ser ou não diluído e como essa diluição deve ser feita, o tempo que ele deve ficar em contato com o utensílio, etc. Vale ressaltar também que os POPs devem ficar afixados em locais visíveis e de preferência próximos ou no próprio local onde a atividade será realizada, garantindo um fácil acesso para os funcionários.

cartilha-boas praticasCartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação, lançada pela ANVISA em 2004, auxilia o trabalho do nutricionista, já que contribui para a conscientização e a educação do comerciante e do manipulador de alimentos (por apresentar uma linguagem simples). É fundamental que todos os envolvidos da produção de refeições entendam a importância de cada etapa e sigam corretamente as especificações do nutricionista, para garantir a produção de alimentos seguros e saudáveis.

Desta forma, é importante que toda UAN conte com um nutricionista, para garantir uma produção adequada – tanto no sentido higiênico-sanitário, quanto na qualidade nutricional e na redução de desperdícios.

Além disso, a credibilidade de um bom restaurante (ou qualquer outra UAN) está agregada a uma série de fatores, mas o principal deles passa pela qualidade dos produtos oferecidos e, consequentemente, o trato que os funcionários têm com os alimentos. A chamada boa prática de fabricação de alimentos é exigência da vigilância sanitária e, claro, dos clientes.

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